- Era um tratante!
- De quê?
- ...De maldade!
- Que lhe fazia?
- A quem?!
- À maldade...
- Ora, que parvoíce! Era um tratante sem escrúpulos, mulher! Pronto!
- Porque é que nunca ninguém sabe explicar a base de um juízo de valor?
- ...Olha, queres café?!
- Quero.
- É tão mais fácil assim... Desculpe!! Dois cafés, por favor, e a conta!
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