terça-feira, 3 de abril de 2012

Até na inutilidade assumida de quem dorme, levo com armazens de impressões firificoques, bandos com sorrisos amarelos, ruas enormes, e carroceis de pandas raivosos, que nos sentam numa cadeira diabolica, esta que se movimenta por entre espaldares de macacos e touros mecânicos.
Lá pelo meio alguém segreda a um ouvido alheio: Vês? Qual quê! É uma mulher sem medo!

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